sexta-feira, 10 de julho de 2009
Sobre o cancelamento do show de Itu - 10/07/2009 - anotaçoes
O show de Victor & Leo, marcado para o dia 08/07/09 na cidade de Itu-SP foi cancelado, pois, o evento chamado Vibe Folia Festival teve restrições em relação a alvará para sua realização. A notícia do cancelamento nos pegou de surpresa minutos antes do show, já que toda nossa estrutura estava completamente montada, nossa equipe estava preparada e os artistas já se encontravam na cidade, prontos para subir ao palco. Nada pudemos fazer. Como contratados, lamentamos o cancelamento do evento.Vale ressaltar que é de responsabilidade dos organizadores locais cuidar para que tudo esteja em perfeita ordem para o acontecimento de um evento. Estamos sempre prontos para dividir nossa música com o público, em nome do respeito que temos por ele. Que pena não ter acontecido o show naquela noite.Para maiores informações, acesse o site:www.vibefolia.com.br
Assessoria Victor & Leo
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Inspire-se - anotaçoes - 24/06/09
E a claridade das flores
Sinta o calor da chuva
Tome um banho de sol
Alimente-se de ar e respire o alimento
Beije as pessoas com palavras
Ouça o silêncio
Beba um sorriso e ofereça o seu
Não perca uma gota
Forme canções com gestos
Escreva com os pés
Não busque explicação para tudo
Justifique sua existência
Não peça nada, mereça tudo
Esteja, não seja
Morra de amor
Viva, antes de morrer.
Victor Chaves
Liberdade - anotaçoes - 23/06/09
Em primeiro momento, parece tratar-se da capacidade de se fazer qualquer coisa. Porém, prefiro chamar esta capacidade de livre-arbítrio. Liberdade, penso eu, é
uma condição de momento. Você possui ou não. Livre-arbítrio, a gente nasce e
morre com ele. Liberdade, não. Escravos nasciam com livre-arbítrio, mas sem
liberdade. Podiam ou não fugir de seus donos, correndo o risco de serem
resgatados e torturados até a morte. Mas, ainda que não fossem pegos, liberdade
não teriam. Livre-arbítrio, sim.Este dicotômico paralelo entre o “devo” ou “não
devo fazer” é que se chama livre-arbítrio. Liberdade envolve dois outros pólos:
Posso ou não posso. Por outro ângulo, a palavra liberdade, tão mal compreendida
por nosso tempo, aliada a uma outra palavra que é “responsabilidade”, igualmente escassa em sentidos, teria sua expressão bem mais contundente e eficaz.Para
você, que possui liberdade, responsabilidade é o remédio e a prevenção. Se estou
dirigindo em uma estrada na qual sinto não haver limitadores de velocidade,
sinto-me em liberdade para pisar fundo. Somente a responsabilidade me freia. E é
aí que entra o livre-arbítrio. Se agora está ganhando mais dinheiro, liberdade
de compra já possui. A forma responsável ou não com que fará uso deste dinheiro,
dependerá de seu livre-arbítrio. Para outro ângulo e, por sua vez, a palavra
“responsabilidade” ganha maior sentido se estiver ligada, conscientemente, à
palavra "consequência". Ou seja, tudo o que se faz, gera uma reação de mesmo
teor. E melhor ainda dizendo, o que se planta, se colhe.Podemos nos sentir
livres quando não observados, mas é nesta hora, quando ninguém te vê, é que a
responsabilidade dá sentido à liberdade. Seu livre-arbítrio está exatamente
entre a liberdade e o que fazer com ela.Quando a liberdade de se escolher entre
dois caminhos, um negativo e outro positivo, lhe chega às mãos, você terá, por
livre-arbítrio, o direito de escolher o negativo. Porém, se sua consciência lhe
pesa, é sinal de que sua escolha foi abrir mão de sentir-se livre para
acorrentar-se à culpa.Digo então: Liberdade é a capacidade de se saber o que
fazer com o livre-arbítrio.(Victor Chaves)
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Victor & Leo falam sobre o tema de abertura

“Essa canção é como se fosse uma fogueirinha, um foco de calor, ali no meio da cidade grande... Acho que é por isso que ela, de repente, conforta tanta gente”, observa Victor.
Depois disso, a dupla Victor & Leo acabou fazendo um sucesso estrondoso no Brasil e “Deus e eu no sertão” virou tema da novela das seis. “Acho a abertura da novela muito emocionante!”, afirma Leo, que é fã de carteirinha da novela Paraíso.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Victor e Leo marcam presença na novela "Paraiso"
Esbanjando simpatia, as duplas gravaram cenas na cidade cenográfica e no estúdio, na Central Globo de Produção e chamaram atenção até do elenco. Cosme dos Santos, o Zé do Correio da novela, fez questão de tirar uma foto ao lado dos ídolos.“É uma honra estar aqui. E olha que é difícil reunir todo mundo assim!”, brinca Bruno, ao posar para a foto ao lado dos amigos

Nas gravações, dirigidas por Pedro Vasconcelos e André Felipe Binder, não faltaram improvisações dos músicos, que pareciam estar tão à vontade diante das câmeras quanto nos palcos.
Gostou? Então não perca as cenas com a participação das duplas, que devem ser exibidas a partir de quinta-feira, dia 28.
EBA VOU ACAMPAR NA FRENTE DA TV ... JA TO PROVIDENCIANDO A BARRACA ...RSRRS
Victor & Leo ocupa o primeiro lugar em vendas de shows
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quinta-feira, 21 de maio de 2009
Nossa Vida Útil
Os ganhos materiais são importantes, mas não tenho dúvida de que seria impossível sobreviver sem a realização interior.
A pergunta sugerida é: Onde está nossa realização interior? No dinheiro, na meta ainda por ser alcançada, no servir às pessoas, no saciar da sede de status?
Pensemos juntos: Após conseguirmos um meio de sobrevivência, onde estará a razão de nossa existência?
Fico pensando no quanto andamos indiferentes e alheios ao sentimento de auto-aprimoramento nos dias de hoje. Prendemo-nos a notícias cheias de vazio, sensacionalismo e horror. Absorvemos fatos sem fonte e de pura inutilidade explícita. Com isto, perdemos um precioso tempo de nossas vidas. Enquanto rimos e nos gabamos, em regozijo de nossa juventude, ficamos indiferentes ao fato de que a ignorância é a infelicidade vestida de falso prazer e que logo, em algum lugar, saberemos o quanto a vida foi curta e mal vivida. Pior. Saberemos o quanto fomos tristes. Não lembramos que viver é, ao mesmo tempo, um dom, uma responsabilidade e uma oportunidade.
Penso que a vida passa longe de ser uma brincadeira, mas podemos fazer dela um ambiente muito feliz com o trabalho da auto-lapidação, rumando nosso ser para uma existência mais educada, alta e honesta para consigo mesmo e com o próximo.
Todas as festas, bebidas, aventuras e piadas do mundo não poderão compensar a ausência de mínimas sabedorias disponíveis, as quais poderiam gerar a verdadeira felicidade. O divertimento é importante, mas antes dele, a sabedoria é que oferece o equilíbrio, ou seja, o respeito.
Quantos de nós oferecemos dinheiro, tempo e espaço em troca de notícia e entretenimento inútil?
Tentamos saber quem está casando-se com quem, quem engravidou de quem, quem comprou ou vendeu, vivendo a vida alheia como sendo nossa. Hora, quem vive a vida dos outros não cuida da própria, ou seja, não vive.
Não estamos falando apenas de pessoas públicas. Estamos falando de casas onde até membros familiares não medem esforços para reforçar boatos e falarem uns dos outros, vasculhando-se em tempo quase que integral.
Quando assistimos a um filme sem conteúdo, lemos inutilidades sobre a “última celebridade”, e investigamos o novo carro do vizinho, estamos perdendo a oportunidade de, no lugar disso, fazermos boas perguntas, ouvirmos boas respostas, adquirirmos conhecimento e de vivermos com dignidade uma fagulha valiosa de nossa própria vida.
Temos medo de nós mesmos e é por isso que fugimos para as casas, os carros e para a vida dos outros.
Penso que cada qual sabe de si e não estou aqui para dizer o que as pessoas devem ou não fazer, mas emito uma opinião segura: Hábitos podem ser mudados e por isso, podemos repensar e até mudar os que temos.
Independente de nossos costumes, experimentemos, apenas por uma vez, nos colocar no lugar dos outros, principalmente daqueles de quem por vezes falamos pelas costas.
Lembremo-nos que diante de filhos, nosso exemplo será a maior referência deles. Você gostaria que seu filho fosse apenas mais um entre os que buscam informações inúteis, que em nada acrescentam-lhes à vida?
Se não queremos isso para nossos filhos, é preciso que o primeiro passo seja dado por nós mesmos.
Busquemos aprimoramento, educação, espiritualidade e sejamos felizes da única maneira possível: Vivendo nossas próprias vidas e não as dos outros.
Nossa sociedade, especialista em julgar, possui ”grandes personalidades” emitindo opiniões, adornando conceitos, criando rótulos vendáveis e comentando fatos não comprovados. Você será mais um a emitir opiniões alheias e sem base, dizendo serem suas ? Você será mais um, entre milhões, a correr atrás da última nobre fofoca? Você será mais um?
Por fim, reflitamos sobre a palavra “utilidade”.
Quando falamos em público, estamos mais preocupados com o que os outros vão pensar que em sermos úteis, por isso ficamos nervosos e ansiosos.
Diante de um livro, de uma revista, de nosso trabalho, de um programa de TV, das palavras de alguém e de nós mesmos, podemos nos perguntar sempre: Qual a utilidade disto?
Pensemos nisto porque a bem da verdade, entre tantos perfis e muito a se fazer, de um lado, estão os que são úteis, de outro, os que falam dos outros.
(Victor Chaves)



